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Foto: Comunicação Prefeitura de União da Vitória

A Prefeitura de União da Vitória, realizou na manhã desta segunda-feira, 21 de dezembro, a inauguração do Memorial Pintor Amadeu Bona, que está localizado na rua Dr Carlos Cavalcanti, próximo da Estação União. A ideia de fazer o Memorial foi apresentada a Secretaria Municipal de Cultura e tendo aprovação por parte de Câmara de Vereadores do município.

A solenidade ocorreu às 11h, com a presença do prefeito Santin Roveda, do ex-secretário de Cultura e vice-prefeito e prefeito eleito de União da Vitória, Bachir Abbas, do presidente da Câmara de Vereadores Ricardo Adriano Sass, além de artistas e da família do senhor Amadeu Bona.

A ideia de fazer a Paleta que é o instrumento utilizado pelo pintor para colocar a sua pinta ao fazer a obra partiu da Associação dos Artistas Plásticos Amadeu Bona, e a arte de fazer a Paleta foi do Mosaicista Luís Fernando Tracz (Zico). Em sua fala para a comunidade o filho do pintor Amadeu Bona, o empresário e pintor Beto Bona, só teve palavras para agradecer. “Só tenho palavras para agradecer a Prefeitura de União da Vitória a Câmara de Vereadores que aprovou o projeto de lei para a homenagear e quero destacar o trabalho incansável da professora Ivanira Olbertz que fez de tudo para este dia tão especial para mim e minha família que sabemos a importância que o meu pai fez em nossas cidades. Só temos palavras para agradecer”, disse Beto Bona muito emocionado.

A praça foi toda revitalizada, recebendo um novo calçamento de paver e seguindo as determinações das normas ABNT de acessibilidade, novos bancos, lixeira, iluminação. O prefeito Santin Roveda, afirmou que ele e o vice-prefeito e prefeito eleito Bachir Abbas, trabalharam muito nos quatro anos em prol de valorizar a cultura e o turismo de União da Vitória. “Sabemos que estamos vivenciando um ano atípico devido à pandemia do Coronavírus (Covid-19), mas não podemos deixar de cuidar e valorizar a nossa história na cultura e no turismo. Nestes quatro anos de trabalho eu e o Bachir Abbas, fizemos o que pudemos e para valorizar a história de União da Vitória, como a recuperação da Casa da Família Amazonas, os pontos turísticos, o Cine Teatro Luz e hoje a inauguração do Memorial Pintor Amadeu Bona, que foi um grande artista e que fez o nome de União da Vitória se destacar com o seu trabalho. Estamos jogando a nossa história para o alto e que seja conhecido por todos”, declarou Santin Roveda.

“Estamos felizes em estar entregando mais uma obra e um sonho que vira realidade em União da Vitória. Para mim é uma satisfação fazer está homenagem, pois minha família e eu pudemos diariamente ter contato com Amadeu Bona, que tinha a sua loja próxima da nossa. Estamos fazendo uma justa homenagem para uma pessoa que fez o melhor para o nosso município”, finalizou Bachir Abbas.

A praça já está aberta para a população ver a obra e com segurança pode fazer foto na Paleta.

Amadeu Bona:

Amadeu Bona nasceu em 13 de setembro de 1925, na localidade de Doutor Pedrinho, no Vale do Itajaí. Em 1934, passou a residir em Rio dos Cedros, onde recebeu os primeiros ensinamentos escolares. Estudou no Seminário São Paulo, em Ascurra e em 1942 passou a trabalhar como entalhador em uma indústria de artefatos de madeira, em São Bento. Dois anos depois, veio para Porto União, onde trabalhou como desenhista em uma indústria também de artefatos de madeira. Aqui, constituiu família e uma vasta obra que hoje é conhecida não só no Brasil, mas também no exterior. Artista incansável pintou milhares de quadros, tendo como tema principal a natureza dos campos gerais, elemento que fez dele o “pintor dos pinheirais”. Amante das artes em geral, com interesse especial pela música e pela pintura, Amadeu Bona foi reconhecido ainda em vida sendo homenageado pelos municípios de Porto União e União da Vitória, bem como por instituições locais. Com várias exposições na região do vale do Iguaçu e fora dela, Bona saiu do corpo físico em dezembro de 2000, mas continua vivo em cada obra que produziu.

Foto: Comunicação Prefeitura de União da Vitória

A Secretaria Municipal de Obras de União da Vitória, realizou no início do mês de dezembro, a colocação da Paleta, na praça que será feita a homenagem ao artista plástico da cidade de União da Vitória, Amadeu Bona.

A praça faz justa homenagem a uma das pessoas que levou o nome da cidade de União da Vitória para o mundo com as suas pinturas em tela e em cada arte feita o carinho pela cidade de União da Vitória como também de Porto União. A ideia de fazer um local em destaque para homenagear Amadeu Bona surgiu da equipe de artistas plásticos que leva o nome de Amadeu Bona (Associação do Artistas Plásticos Amadeu Bona) que fez a referida documentação e apresentou ao ex-secretário Municipal de Cultura e vice-prefeito Bachir Abbas, que trabalho junto ao prefeito Santin Roveda, para a reurbaniza&cced il;ão da praça que estava totalmente abandonada e hoje tem um espaço todo recuperado com calçamento de paver, bancos, lixeiras, iluminação e ao meio será colocado uma Paleta instrumento utilizado para colocar a tinta ao fazer o seu trabalho.

Segundo a professora Ivanira Olbertz, o monumento é algo diferente em União da Vitória, sendo possível o morador ou visitante ficar em um dos círculos que fica a tinta para fazer parte do quadro. Quando iniciou as obras a professora Ivanira, disse que a ideia era fazer uma justa homenagem para Amadeu Bona, mas saindo do tradicional que é o busto como temos em tantas praças.

 

Amadeu Bona:

Amadeu Bona nasceu em 13 de setembro de 1925, na localidade de Doutor Pedrinho, no Vale do Itajaí. Em 1934, passou a residir em Rio dos Cedros, onde recebeu os primeiros ensinamentos escolares. Estudou no Seminário São Paulo, em Ascurra e em 1942 passou a trabalhar como entalhador em uma indústria de artefatos de madeira, em São Bento. Dois anos depois, veio para Porto União, onde trabalhou como desenhista em uma indústria também de artefatos de madeira. Aqui, constituiu família e uma vasta obra que hoje é conhecida não só no Brasil, mas também no exterior. Artista incansável pintou milhares de quadros, tendo como tema principal a natureza dos campos gerais, elemento que fez dele o “pintor dos pinheirais”. Amante das artes em geral, com interesse especial pela música e pela pintura, Amadeu Bona foi reconhecido ainda em vida sendo homenageado pelos municípios de Porto União e União da Vitória, bem como por instituições locais. Com várias exposições na região do vale do Iguaçu e fora dela, Bona saiu do carpo físico em dezembro de 2000, mas continua vivo em cada obra que produziu.

 

Foto: Comunicação Prefeitura de União da Vitória

A obra de recuperação da Casa da Família do Coronel Amazonas, localizada na avenida Abilon de Souza Naves, no distrito de São Cristóvão, segue em ritmo acelerado e a empresa está seguindo todas as orientações do projeto original da casa para preservar um dos principais pontos do início da história da cidade de União da Vitória.

A casa azul, como é conhecida quando foi construída foi feita toda de madeira e a empresa Construtora Alvir Lopes Ltda, segue todas as informações do projeto para que a população tenha a mesma casa. Os profissionais que estão fazendo o serviço, já fizeram a troca de muitas madeiras da parte interna e externa da moradia como também do chão da casa e outra equipe atua na reforma do telhado e forro. Além da parte da madeira a empresa também deve fazer todo o serviço da parte elétrica.

Segundo o projeto e informado no edital de licitação, serão substituídas as peças danificadas do telhado, forro, paredes e estrutura em geral, respeitando os modelos e materiais atuais, para preservar a casa da maneira como ela era quando construída. Também será feita a parte elétrica da casa, visando a segurança e estabilidade do patrimônio. Após as obras a casa será pintada, na cor característica azul.

O valor utilizado na reforma da casa veio de recursos destinados pela Câmara de Vereadores de União da Vitória no valor de R$ 94.450,00 reais. A empresa que venceu o processo licitatório foi a Construtora Alvir Lopes Ltda, e tem o prazo de 90 dias para entregar a obra. Os serviços tiveram início no dia 28 de setembro de 2020.

 

História:

Segundo informações do senhor Odilon Muncinelli ao blog “Onde fica Porto União”, a Casa do Amazonas também conhecido como a casa de cor azul, localizada no distrito de São Cristóvão, foi construída no ano de 1946 e está residência seria uma segunda casa com as mesmas caraterísticas da que foi destruída no ano de 1880. Outra informação que na Casa do Amazonas, na verdade quem residia lá era o filho do Coronel Amazonas o jovem Amazonas Marcondes Filho, mais conhecido como “Amazoninhas” que era casado com Sarah Pimpão Marcondes e uma das provas que a firma que a residência era do filho do Coronel Amazonas é as iniciais que tem na fachada da casa “AMF” que significam Amazonas Marcondes Filho. O casal tinha três filhas Maria Josefa (a Mimi), Maria Júlia e Maria da Conceição, as três Marias, daí a origem da denominação “Vila Maria”.

O professor de história Nivaldo Antônio Oliskovicz, também colabora com dados históricos de União da Vitória e destaca que a Casa do Amazonas também conhecida como a Fazenda dos Amazonas, foi construída próximo da estrada de ferro que passa na frente da residência. Se não existisse a estrada de ferro possivelmente a fachada da casa teria sido construída em direção ao rio Iguaçu, para a cidade de Porto União, onde fica oficialmente a casa do Coronel Amazonas na rua Coronel Amazonas, na quadra entre o Clube Concórdia e a Ponte Machado da Costa.

Foto: Comunicação Prefeitura de União da Vitória

Está marcado para o dia 30 de julho (quinta-feira), a abertura dos envelopes das empresas interessadas em fazer a obra de reforma da Casa dos Amazonas, localizada no distrito de São Cristóvão. Segundo o setor de Licitação da Prefeitura de União da Vitória, a licitação será no formato menor valor global.

A documentação da Prefeitura confirma que a licitação é para a contratação de Empresa Especializada para Execução de Serviços de Reforma da “Casa Coronel Amazonas”, conforme Projetos Memorial Descritivo e a área total da edificação é de 215,00 m². A empresa que vencer o processo licitatório, terá um prazo de 90 dias para entregar o serviço. Nesta documentação o capital social mínimo é de R$ 9.400,00 e o preço máximo é de R$ 94.719,12 já inclusos BDI, encargos sociais, taxas, impostos e emolumentos.

A reforma da Casa dos Amazonas é um pedido antigos da comunidade como de acadêmicos do curso de História da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) campus de União da Vitória, que utilizaram deste patrimônio para o conhecimento da história local e regional. A própria Unespar, junto a Secretaria Municipal de Cultura da cidade já se reuniram por várias oportunidades para debater um projeto de recuperação do patrimônio histórico de União da Vitória e com o passar do tempo algumas melhorias para evitar da destruição da casa foi feita por acadêmicos do curso.

O vice-prefeito Bachir Abbas que já foi secretário Municipal de Cultura de União da Vitória, destaca a importância da reforma deste patrimônio histórico do município. “A gente já era questionado sobre está reforma, eu que já fui secretário de Cultura, sei que essa era uma grande demanda que tínhamos na Secretaria de Cultura, pois o setor cultural e histórico, sempre nos cobravam e sabíamos que a situação da casa estava deplorável. E agora o prefeito Santin Roveda e eu vamos fazer a licitação para a reforma da Casa dos Amazonas. Outro ponto que destaco é a participação dos vereadores que destinaram um recurso para a recuperação, num trabalho de economia da Casa de Leis. Então confirmo que no dia 30 será aberto os envelopes para a recuperação deste espaço para a alegria de muitas pessoas e de acadêmicos da Unespar”, enfatizou Bachir Abbas.

 

História:

Segundo informações do senhor Odilon Muncinelli ao blog “Onde fica Porto União”, a Casa do Amazonas também conhecido como a casa de cor azul, localizada no distrito de São Cristóvão, foi construída no ano de 1946 e está residência seria uma segunda casa com as mesmas caraterísticas da que foi destruída no ano de 1880. Outra informação que na Casa do Amazonas, na verdade quem residia lá era o filho do Coronel Amazonas o jovem Amazonas Marcondes Filho, mais conhecido como “Amazoninhas” que era casado com Sarah Pimpão Marcondes e uma das provas que afirma que a residência era do filho do Coronel Amazonas é as iniciais que tem na fachada da casa “AMF” que significam Amazonas Marcondes Filho. O casal tinha três filhas Maria Josefa (a Mimi), Maria Júlia e Maria da Conceição, as três Marias, daí a origem da denominação “Vila Maria”.

O professor de história Nivaldo Antônio Oliskovicz, também colabora com dados históricos de União da Vitória e destaca que a Casa do Amazonas também conhecida como a Fazenda dos Amazonas, foi construída próximo da estrada de ferro que passa na frente da residência. Se não existisse a estrada de ferro possivelmente a fachada da casa teria sido construída em direção ao rio Iguaçu, para a cidade de Porto União, onde fica oficialmente a casa do Coronel Amazonas na rua Coronel Amazonas, na quadra entre o Clube Concórdia e a Ponte Machado da Costa.

 

Patrimônio Histórico:

 

A casa do Coronel Amazonas, é um patrimônio tombado ao “Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Município de União da Vitória”, nos termos do Decreto nº 90 de 27 de agosto de 2003, sendo este ato divulgado pela imprensa e registrado no Livro Tombo do Município com a finalidade de transformar em Centro de Documentação, Memoria e Pesquisa. Já no ano de 2005, o espaço foi cedido para a Faculdade Estadual de Filosofia Ciências Letras (FAFI) atualmente Universidade Estadual do Paraná (Unespar) campus de União da Vitória, por comodato por 10 anos a fim de transformar em um Arquivo Histórico. No dia 08 de agosto de 2012, mediante ofício, a Unespar rescindiu a cessão em comodato e devolveu a mencionada casa, tida como “histórica”, em razão de que a sua restauração é praticamente inviável, financeira e tecnicamente.